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Mensagens

A mostrar mensagens de Maio, 2009

Às armas!

A época de saldos chegou e, como manda a patriótica canção, não a devemos desperdiçar: às armas, portanto. Ontem fui bem cedinho e ainda consegui a minha Uzi por 14,99 euros. As bazucas e granadas de mão também estão baratas. A Mena pediu para lhe trazer duas, anda arreliada com as baratas na cozinha. À criançada comprei meia-dúzia de kalashes, dizem que agora é a moda lá na rua.

Tallinn new isolation or my Robinson Crusoe syndrome

By João Lopes Marques (Eesti keel)

No doubt times have changed: Tallinn is now much more isolated than a year ago. Than six months ago. Yes, we can blame on the credit crunch and cross our fingers hoping things will get better soon. But once again two questions must be raised: a) when will this crisis be gone?; b) will the former status quo come ever back?

I guess no honest person is prepared to answer none of the questions. Individual lives raise singular problems. In my case things are crystal clear: my job (and self-imposed exile) implies lots of travelling...

That is why I often divide my Estonian existence into two different eras: B.K. and A.K. ("Before KLM" and "After KLM"). No, this time it is not because of oil barrel prices. Otherwise: seems that the disruption of the operation to Tallinn by the Dutch national carrier changed dramatically the logic of the local airfares. Besides having two daily connections to Amsterdam — and from there to their comprehensive…

Feira do Livro 2009

Obrigado pela foto, Carlos e Paulo. E que bem ficam os dois livrinhos juntos... Dá-me ideia que até já baixaram cinquenta cêntimos o preço de capa do "Terra Java" (nunca desaproveites uma boa crise para vender mais livros). Se querem a minha humilde opinião, até os embrulhava num plástico de qualidade com um DVD da Jane Fonda enfiado lá dentro.

Sexista, eu?

Só porque acho que Praga tem bons cenários naturais? Grande palácios e castelos que se movem nas margens do Vltava? Nada disso. Só vim cá mesmo checar.

Se mijar é extra

Entre sexo na praia e o limbo, acabei por preferir uma mijadela extra. Sei que é feio dizer, mas o João Espinho pôs-me o menu à frente. A cena aconteceu no Hell Hunt, mas o urinal cardápio foi surripiado algures no Nordeste da Polónia.

Start spreading the news: Kebab has arrived in Tallinn!

By João Lopes Marques (Eesti keel)

That was a strange morning. Spring was stupidly late. Allow me to add the unusual hangover from the wedding party the night before. As if it wasn't enough, in five minutes I received two SMS whose content was nearly coincident... Spooky. That was particularly concerning since they came from two different (foreign) persons who don’t know each other: “Hey! Did you know about the kebab place called ‘Istanbul’? We are a real European capital now!”

"We?" Well, more than Tallinn becoming finally a long-waited European capital city, I got immediately excited by the word “kebab”. K-e-b-a-b! I love kebab, as long as the yogurt dressing is excellent and the salad (especially the Anatolian medium-sized tomatoes) is premium. Only this could justify my irrational impulse: to put on my black shoes and pass by Teater väljak in order to try one of this amazing wrapped-and-grilled sandwiches.

Took me a couple of minutes to remark on how bad shape I was in.…

Olá boneca...

Isto de que os tapumes das obras devem ser cinzentos é coisa passada. E nada como a coerência: passa uma garota em frente ao estaleiro e está à espera de quê? “Ó bomboca, mostra a toca?”, “És como um helicóptero: gira e boa…“, “Que rica sardinha para o meu gatinho”… Enfim, a legendagem (leia-se “piropo de trolha”) fica ao vosso critério. Desde que ponham o capacete, está claro.