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A mostrar mensagens de Setembro, 2009

Why Tallinn should be the flag capital of the world

By João Lopes Marques (Eesti keeles)

Few people know my big passion for toponymy, this etimological study of place-names. And when I explain my Iberian friends the word “Tallinn” comes from “Danish town”, they get surprised. Amazed. I even guess some of them had the secret fantasy “Tallinn” wasn’t more than an adulterated form of “Stalin”.

Usually I go back to the Battle of Valdemar. Historical romantic ideas always work out. Especially such a powerful image like this: isn’t it lovely to imagine a red flag with a white cross descending from the Baltic skies? What a mighty picture!

Actually, this warlike episode explains a lot. Flags are not only holy in Estonia, they are also mushrooming. There is no public holyday without them (unlike Portugal, here they are compulsory in the buildings). Hotels, bars and restaurants like to display proudly a colourful one. Foreigners can buy different shapes of tricolors in any of the multiplying souvenir shops of Tallinn.

“But isn’t this a global tre…

O homem que mascava

Passava os dias inteiros a mascar. Pelo que, na tarde em que — por inépcia ou distracção — engoliu a pastilha, viu-se obrigado a mascar-se. Mandibularmente evoluído, Jorge Estêvão fê-lo com particular requinte. É aquela bola de carne, qual almôndega nojenta e mastigada, que por pouco não pisávamos à entrada da sala.

Deteriora sequor

O VHS dizimou as estrelas da rádio. O karaoke aniquilou orquestras (inteiras). O sudoku ainda não desistiu de estrangular as palavras cruzadas. Pois assim se comporta, com inusitada perfídia e nomes estranhos, a natureza humana.

Good morning, Tallinn!

Yes, sometimes I miss you.

Capuchino

Aconteceu no Café Nicola, breves minutos antes de me lançar nesta redacção:
"Duas meias de leite, uma é capuchino."
"Como?"
"Oh pá, põe um bocado de chocolate numa..."

Twtear

O doutor Ángel Villanueva até que era um conservador razoavelmente liberal. Nada de alas duras, fundamentalismos e afins. Contudo, viu-se obrigado a abandonar o Twitter. Foi-lhe penoso, mas não suportava mais a ideia, o facto, de que todos em Salamanca o tratassem por tw.

Germano

A garrafa de Cabeça de Burro estava meio-cheia, ou meio-vazia, e assim ficou. Germano levantou-se de supetão e foi-se embora. Acabara de descobrir que, afinal, era mais cerveja.

Aconteceu em La Bisbal

Na memorável tarde em que apanhou a primeira tampa, e a última, Agustí revoltou-se contra todas elas. Indiscriminadamente. Remexeu Girona inteira até se deixar esgotar, ou engolir, por uma delas. As buscas da capitania (e da Generalitat) têm sido tão desesperadas quão infrutíferas: poucos têm conhecimento, mas o seu inchado cadáver ainda bóia ao largo de La Bisbal d'Empordà.

Lista A e lista B

No último mês, muita gente me tem vindo contar a história da galinha que em dois dias aprendeu a nadar para ir ter com os patos. Poucos, muito poucos, se recordam já do (outrora célebre) episódio do asno que pintou duas listas no dorso para se parecer com uma zebra. Burrice ou não, é pena que as coisas sejam assim.

Ovos de Colombo

Quando o ministro Rajapaksa puxou do tema, todos zombaram dele no gabinete. Todos sem excepção. "Camaradas, acreditem que problemas inéditos requerem medidas extraordinárias", vociferou Rajapaksa, que também já não era miúdo nenhum. As aves, novamente. Como não podia deixar de ser, no bas-fond político cingalês houve quem acusasse Rajapaksa de semear na ilha desnecessário alarmismo. "Mas será que ainda não perceberam que temos de extirpar o problema pela raiz?", insistia o ministro enquanto supervisionava pessoalmente a chacina dos galinheiros mais suspeitos. Nesse Inverno de 1967 houve fome na capital, é certo, mas o resoluto Rajapaksa foi, paradoxalmente, dos poucos em Colombo que sobreviveu à crise dos ovos.

Kenzo

Sempre que os tinha nos pés, Toomas Hendrik ficava eufórico. Aqueles sapatos Kenzo, pretos e já bem escamados, emprestavam-lhe uma confiança musculada. Épica. Hoje, porém, tal não aconteceu. Toomas Hendrik estranhou, primeiro. Só depois reparou no pedaço de bolo que se lhe grudava na sola.

Arrufos

O que para Beatriz era um pão de deus, para mim era uma arrufada. "E 'Deus' escreve-se com maiúscula", acrescentava ela. Claro que eu não me resignava: "Mas será que não entendes que isto não passa de uma arrufada?" E ela ofendida: "Ignorante! Se gostasses de coco não dizias isso!" E eu exaltado: "Onde é que tu vês coco aqui?" E ela: "Os tolos nada percebem de bolos!" E prosseguíamos horas a fio, até ao dia em que a coisa ficou mesmo feia. Se me arrependo? Um nadinha: só sei que após aquele serão nunca mais houve brioches lá em casa.

El Pichichi

As más línguas não se cansavam de apregoar que vivia na mama. Mas o goleador punha uma rara dignidade em tudo o que fazia. Gabarolas, insistia: "A técnica da desmarcação é de todas a mais difícil. E decerto a mais penosa! Um passo em falso, uma imperceptível hesitação, e já estamos fora de jogo... Fora de jogo para sempre!" A verdade é que teve o beneplácito delas. Gostavam de ser enganadas. Talvez por isso mesmo nunca nenhuma tenha levantado a bandeirola.

Pulsar dos tempos

Custódio subiu a pulso na vida. E tudo lhe correu sempre de feição, porventura bem demais, até ao dia do seu divórcio. Saberão já que Carolina lhe ficou com quase tudo. Mas, por acaso, a culpa até foi dele: numa noite mais desbragada, de copos n'O Aires, confessaria ao Serrão que já não suportava mais aqueles tornozelos anafados.

Paco e a bandeira

Claro que o plano (estratagema) de Paco não resultou. Jamais poderia resultar. Toda a sua família, assim como alguns amigos mais próximos, acabaria por comparecer em Segóvia para o juramento de bandeira. "Como é que eles sabiam?", interrogou-se o jovem mancebo mal os viu na cerimónia (e quase todos sentados na primeira fila, e exibindo um sorriso de orelha a orelha). Caberia a Núria desfazer-lhe a dúvida, algumas semanas mais tarde. E aquietá-lo como convinha, naturalmente: "Compreendo tudo o que me pedes, querido mano... Mas da próxima vez tenta dar menos bandeira..."

Ovoletes

Augusto morreu na dúvida. E do fígado, claro. Abusava das omeletes, e disso há muito, demasiado tempo, se sabia em Portimão (e Ferragudo). Muito pior foi partir sem dar resposta à sua maior angústia, esse fantasma de sempre: "Por que raio insistem em chamarem-lhes 'omeletes'?" Pertinente e pertinaz, Augusto tinha as suas razões: se são feitas com ovos (e sem eles também), por que não lhes chamamos "ovoletes"?

Ão

A maior aberração no Conceição é que preferia tintos do Dão: a brevíssima canção do anão que só bebia do garrafão tem um piadão. Ou não.

Corolário

E justificado, esgrimido quase tudo, Almeida Bernardes concluiu assim, brilhantemente, a sua muito citada tese de pós-doutoramento: "Daí inferir que, pelo seu comportamento errático e natureza impulsiva, as pulgas da areia se aproximam surpreendentemente da mosca do vinagre, sobretudo das variantes sul-europeia e norte-africana da segunda." 

Nota: mediante reserva prévia, os mais curiosos ainda podem consultar o documento na biblioteca da Academia das Ciências de Lisboa.

Vendetta

Vingativa? Nem por isso. Mas a verdade é que Rafaella se vangloriava em Milão (e acredito que em Monza também) de não me ter dado uma terceira oportunidade.

Última palavra

"Gostas de ter sempre a última palavra!", irava-se Marta. Naquele princípio de tarde (de fim de Agosto), ela percebeu que estava coberta de razão. "É ou não é?", insistiu. "Mas...", ainda esboçou Mário enquanto lhe desfalecia nos braços.

Putaria

O trágico banho de sangue que se seguiu começou com um dos mais inocentes comentários de que há registo. Putos. Não tenho a certeza, mas julgo que foi o Hugo quem começou: "Se vais chamar os do teu bairro, eu também vou chamar os do meu..."

Da Terra a Márcia

Sabe-se lá porquê, este êxito francês dos 90 ("Marcia Baila") nunca colheu em Portugal. O videoclip em technicolor é simplesmente admirável. Grande interpretação dos Rita Mitsouko, que já por si é um fantástico nome. E só de pensar que ela começou como caixa do Continente... O que lhes aconteceu? Confesso que não tenho sabido muito deles, mas isso também se resolve.

Das pérolas que hoje em dia já preferem ficar-se por ostra

Como é do senso comum, e do científico também, não há maior ambição para uma ostra do que ser pérola. É coisa de bivalve, e até faz algum sentido. Contudo, isso dos colares era antigamente, no tempo das outras senhoras, décadas passadas em que algum critério sempre prevalecia. Agora é diferente. Sabem elas que, por exemplo, não é a sua arrogante refulgência que as poupará necessariamente de uma existência encurralada. Abundam os escroques que não vacilam um minuto, um segundo que seja, antes de entregar aos porcos as mais belas pérolas. Daí que, em certas ilhas e arquipélagos do Oceano Pacífico, encontremos hoje pérolas que, não temendo o libelo da ostracização, preferem quedar-se pela proletária condição de ostra. Avisada opção: saberão elas que a ambição desmesurada aporta consigo demasiados inconvenientes. Riscos. Na esmagadora maioria das vezes, graves e irreversíveis para os bivalves.

Crime, disse ele

Filipe significa em grego "o amigo dos cavalos". Contudo, o Filipe é também meu amigo. Meu amigo e não só: sim, eu vi os seus olhinhos transtornados no momento em que, sem querer, tropeçou nesta bárbara fotografia... A crueldade humana não tem limites. Nem cura.

Em diferentes planos

Voltou para a cama porque só tinha um plano B. E assim se deixou ficar no bem-bom a tarde inteira, até que tropeçou num plano C. Quando Fátima lhe perguntou se já se tinha decidido, muito menos se desfez: no usual aperitivo que antecedia o jantar (Campari laranja, pois claro), partilhou com ela um plano D. Mas era evidente que Martins andava deprimido: faltava-lhe o verdadeiro plano.

Liga Humana

Gosto desta estética. Nos dias de maior depressão (raros) aproximo-me do computador. Carrego no "jogar" e escuto esta pérola dos noventa. É um tudo-nada feminino para a minha sensibilidade, mas gosto. Quase que fico bom. Bem.

Arararararararat

Só para os mais místicos (ou ingénuos): foquem-se no pico da montanha que surge em pano de fundo. Sim, estamos na Arménia, embora a elevação esteja hoje em solo turco. E o que vêem? Ao fim de algumas horas a contemplar a imagem, acreditem, começamos mesmo a ver alguns animaizitos a caminharem para uma arca de madeira que, subitamente, também lá está. Estranho fenómeno este. Ilusão óptica?

Eu matraquilho, tu matraquilhas, ele matraquilha

Se há algo que me falta na Estónia, ou "mingua", que é muito mais bonito, é uma bela mesa de matraquilhos. E nem é para jogar. Não. Dispenso a prática e, sobretudo, o óleo que me estragou as t-shirts favoritas na minha infância. Em rigor, o que me fascina nos matraquilhos é que são excelente música ambiente. Os gritos, os guinchos, os urros, o barulho da bola (ora na mesa ora no chão), o chocar das minis nos topos. Enfim, toda uma ciência social, holística e indivisível, que caracteriza esta nossa meridionalidade latino-atlântica.

ABBA nicht?

Estava a precisar de uma injecção destas. A seguir vem a de cafeína. Falta-me a Agneta, é certo, mas esta garota faz bem as despesas da casa. O amanhecer em Lisboa teve hoje algo de Tallinn.

Montmartre GSM

Há muito que ele ia dando sinais. Um após o outro. Sidonie estava tão ensonada, ou entretida, que nem se dignou a deitar-lhe a mão. A carregá-lo. Da mesinha de cabeceira, os sinais vitais eram tão sonoros quanto desesperantes. Lancinantes. Um deles, bem agudo aliás, seria o prenúncio do fim. Morreu. O telemóvel de Sidonie morreu antes das oito e trinta e sete da manhã. Foi ontem a enterrar em Montmartre.

Cimeira Freixinho-Lopes Marques em Alcochete

Apenas para assinalar o repasto de Alcochete, tido aos 15 de Setembro deste improvável ano da graça de Dois Mil e Nove. O polvo estava bom, quase ao nível das fantásticas palavras cruzadas sobre o "Terra Java" que o Paulo me trouxe. Obrigado.

Magenta

Violeta é uma cor violenta. Violeta é uma cor violenta. Violeta é uma cor violenta. Violeta é uma cor violenta. Violeta é uma cor violenta. Violeta é uma cor violenta. Violeta é uma cor violenta. Violeta é uma cor violenta. Violeta é uma cor violenta. Violenta foi a morte de Violeta.

M&M

Marta coxeava (resultado de um acidente doméstico tão estúpido que dele nem vos quero falar aqui). Mário corria (por desporto). Eram os dois bastante felizes, daquela felicidade tangível, assente nas ínfimas alegrias, na partilha desinteressada dos momentos. Na comunhão altruísta. Contudo, um ponto havia em que M&M jamais se entenderam. Irrompia sempre que chegavam ao cinema: ela gostava tanto da coxia como ele do corredor.

Garoupa de Ipanema (II)

Finalmente, a foto.

Garoupa de Ipanema

"Puxa! Olha só que coisa mais linda!", gritou Edmilson. Robson, que estava terminando uma das obras inaugurais de Veríssimo, a milhas das melhores, exigiu silêncio. E logo se pôs a ler com redobrada sofreguidão. "Valeu! Mas você vai perder esse peixão!", insistiu Edmilson, que nunca em vida havia visto nada como aquela maravilhosa, fascinante, deslumbrante, irradiante, garoupa de Ipanema.

The Legendary Legendary Tiger Man

Paulo Furtado, The Legendary Tiger Man, é o homem do momento. E não só por este brilhante "Life Aint Enough For You". Não. A entrevista que deu à revista "Up" deste mês é simplesmente fabulosa. Motivadora. Dá-nos mesmo vontade de voar. Obrigado pela inspiração, Paulo.

Jony é que é

Já arranjei nome para o meu futuro salão de cabeleireiro. Em Outubro começo a recrutar as manicuras.

HEL-LIS

O que eu gosto é disto: um nainilévane passado no ar. Quase a embarcar em Helsínquia rumo à Ibéria natal. As minhas papilas gustativas já esguicham só de pensar no tinto de Palmela e na sandes de carne assada com queijo flamengo a escorregar pela côdea. Ainda dizem mal da TAP... Celebremos por antecipação e um abraço para o Fernando Pinto. Como bom gaúcho, já faltou mais para termos uns bons rodízios a bordo.

Eis uma bela estónia

"Mas por que é que dizes que pareço uma campainha?" Triin não percebia a piada. A história repetia-se e Triin voltava à carga: "Mas por que é que dizes que pareço uma campainha?" Lá em casa riamo-nos todos com a estónia.

Igreja Maradoniana

Agora se vê como Portugal e a Argentina são dois países muito parecidos. Têm os dois melhores treinadores do mundo, além de Messi e de Ronaldo, e nem conseguem a qualificação para a África do Sul. Bom, o não conseguir nem é bem assim. Há espaço para um milagre. E se a Nossa Senhora é portuguesa, os argentinos sempre têm a Igreja Maradoniana. Bafejados: nunca um culto teve oportunidade tão flagrante para se afirmar neste mundo repleto de ímpios e infiéis.

O alívio de Lívio

Lívio sentia um estranho alívio sempre que as frases encaixavam. Lembro-me que naquela semana andava particularmente eufórico: estava em Colónia de férias depois de ter passado em Faro para o negócio.

Terra Australis Incognita: from the Lost Continent to the very found one

by João Lopes Marques* (Eesti keeles)

When the subject is historical fabrication, there is no better example than Australia. In fact, the surname Cook of the official English discoverer unveils almost everything: the discovery of Australia was cooked by London and its ambitious Admiralty. Those who have the military and economic power tend to have free hand to write and rewrite History their way.

Let's face it: truth, whatever it means, is far from being essential in this exploration business. A good founding lie suits best as long as people don't question it too much. Antipodal distance helped and time accommodates the rest: Terra Australis Incognita has been a self-perpetuated fetish since Ptolemy and the ancient astronomists.

Yet unlike mysterious Atlantis, there is plenty of evidence the "Lost Continent" was found and lost and found again several times throughout the millennia. By the Aboriginals, some 60,000 years ago. By the Javanese, Timorese and other Malayan f…

Manequim

Cláudia ("Cláu" para Carolina) tinha o sonho de um dia poder vir a ser manequim. Carolina ("Caro" para Cláu) nunca achou muita piada à ideia. Dizia-lhe isso, repetia mesmo, sempre que juntas passavam em frente à montra dos Porfírios. Mas Cláu estava determinada e as suas anatómicas curvas embalaram-na. Perseverante, Cláu realizaria o seu sonho de infância. Hoje é manequim. Caro não teve outra solução senão resignar-se: passa todos os dias em frente aos Porfírios e tenta imaginar qual a piada que pode ter uma criatura deixar-se embalsamar. Menos mal que aqueles collants de licra amarelos lhe caiam bem, sobretudo com aquelas sandálias de fivela.

Cardos vs. (p)rosas

Tributo ao (aparente) fim de ciclo. Polémico e, por vezes, desastrado. Pena, pois como se pode escutar nem começou assim tão mal. No final, terão sido mais os cardos ou as (p)rosas? Fica apenas o som, pois da imagem há muito nos cansámos.

Nadar

Quando não tem nada para fazer, Nádia nada. É assim que gosta de matar o tempo. Nádia até já pensou em competições, mas recua sempre: "Isto não vai dar em nada."

Jonah e a Balear

O esguicho afigurou-se-lhes preocupante. Doentio. Era um jacto aflitivo e demasiado frequente. O navio perguntou-lhe o destino final e ela calou. Silenciou. Da ponte insistiram e ela amuou. "Se é uma baleia só pode dirigir-se às Baleares", concluiu Captain Jonah, que da espuma oceânica vasta experiência tinha.

Rentrée dourada

O tempo, e o vento da sorte, ajudaram. Parece que "O Homem que queria ser Lindbergh" vai mesmo sair na Estónia, e já na segunda metade de Novembro. O Ministério da Cultura português deu uma mãozinha com o seu subsídio à tradução para estónio. Sim, o nosso benquisto Lindy consta da Lista das Obras Apoiadas em 2009.

PS - O "Terra Java" também está à venda na Wook, e ao preço da uva mijona. Confesso que nunca o vi tão barato...

Apologia do corno

Ou a antecâmara das touradas. Este palácio é cá dos Knossos.