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Mensagens

A mostrar mensagens de Maio, 2010

DR

She said: "It's a fat Jesus..." I replied: "Feta cheeses?" Well, ladies and gentlemen, Demis Roussos. The voice, the man, the interpretation. Aitäh.

Words don't come easy? But Estonia really needs them

João Lopes Marques* (Eesti keeles)

"Blablabla..." This is an amazing word: "Blablabla..." It can also be a sentence if we decide to slow it down: "Bla, bla, bla..." As you probably know, this is one of the Estonian favourite ways to depict Southerners like the author of this column. This blablabla-caricature is particularly used by Estonian male patriots: aliens came here just to hook up local girls with their blablabla expertise...

According to this mentality — let's call it angle, instead — Estonians are much more silent people. Observers they are. Though much-much more reliable. They speak by their acts; they act through their examples. And if the doubt prevails, an old local proverb explains everything: "Words are silver, but silence is gold."

I may agree these are beautiful and poetic images. Just a pity they also help to hide one of Estonian biggest social problems: I am writing about the ubiquitous lack of communication. Interpersonal an…

Falta no asfalto

Mark sentiu o bólide a fugir-lhe. Escapava-se-lhe. Ainda travou, meteu duas abaixo, guinou à esquerda... Tarde demais, porém: de boas acções está o Inverno cheio.

Nous sommes tous "businessmen", n'est-ce pas?

À Rotterdam ou Avignon. Merci, Claude. Superb.

Cenas favoritas

Esta foi-me enviada pela Rocío. Tem que ver com a idade e VW's vermelhos descapotáveis. Aproxima-se o dia em que os filmes terão apenas três minutos. Quem vê a cena favorita, vê tudo. E porquê mais de 140 frames?

Deneuve e McLaren

O mais fascinante em Catherine Deneuve é a sua militante neofilia. De Manoel de Oliveira ao defunto Malcolm McLaren. Enfim, tudo isto é muito bom, quase tão bom como um pastis à Bastilha (ou Montmartre).

Rocío a norte do Tejo

A distância é uma coisa bastante relativa. Comparando com Tallinn, ir de Zamora a Lisboa é um tirinho. E foi o que a Rocío fez, aproveitando tão ibérica investida para me mostrar o cantinho de "Terra Java" e "O Homem que Queria Ser Lindbergh" na Feira do Livro de Lisboa. A amável foto aterrou no meu email há breves minutos. E eu que pensava que os livros já estavam feitos picadinho...

Pärnu 2008

That was a great Summer. I was editing "Terra Java" and, then, suddenly, right in front of me, sha-la-la-la-la-la-la-la-la... Well, could be worse.

Criar pé

Viticultor fanfarão, muito se gabava Konrad da sua última colheita de Grüner Veltliner. Ainda mais macia do que a de 2005 e seguramente a melhor do Baixo Tirol. Julgo até que Konrad chegou a ser medalhado num certame de Insbruck. Só tanta agitação pode explicar, pois, o injusto esquecimento. Quando há dias se lembrou daquela dúzia de Zweigelts esquecidas na adega, outra boa colheita de 2007, estas haviam sumido. Mistério? Nem por isso: conta-se em Neuberg que desapareceram pelo seu próprio pé.

Alcoholes

El día que quise brindar con tinto, Mário no vino. Menos mal que nos queda Portugal: brindé a solas con mi champaña.

Tere hommikust (versioon topelt)

Poiss ja tüdruk.